A tarifa média de passagens aéreas no país para voos domésticos em março foi de R$ 707,16 –alta de 17,8% em relação ao mesmo mês de 2025, quando foi de R$ 600,52. Em comparação ao valor de fevereiro (R$ 617,78), o aumento foi de 14,5%. Os dados são da Anac (Agência Nacional de Aviação) e foram divulgados na 6ª feira (24.abr.2026).
A metodologia considera só o preço pago pela tarifa bruta sem variações de serviços extras (franquia de bagagem, marcação de assentos etc) e descontos promocionais oferecidos a classes profissionais.
O valor médio pago pelo passageiro por quilômetro voado (yield) foi de R$ 0,5549 –alta de 19,4% em relação a março de 2025 (R$ 0,4649). Mas representou uma queda de 2,5% em comparação a março de 2024 (R$ 0,5694).
Segundo a Anac, os aumentos registrados podem ser interpretados dentro da margem típica de variação no setor, mesmo com o contexto atual de conflitos internacionais que geram impactos na aviação mundial.
O preço do QAV (combustível de aviação) em março foi de R$ 3,60/litro –queda de 13,7% ante o mesmo mês de 2025, quando o valor foi de R$ 4,17/litro. Houve diminuição de 17,7% em comparação a março de 2024, quando o valor foi de R$ 4,37.
Quanto às faixas tarifárias medidas no período, a maior parte dos assentos comercializados no mês passado (45,4%) se situou na faixa abaixo de R$ 500, sendo que 8,2% dos assentos foram vendidos por mais de R$ 1.500.
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