A ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva (Rede) descartou a possibilidade de disputar as eleições de outubro como suplente ao Senado.

Além de Marina, dois ex-ministros do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) são pré-candidatos às duas vagas em disputa: Simone Tebet (PSB) e Márcio França (PSB).

“Não há qualquer discussão sobre a suplência para o Senado”, disse a ex-ministra à coluna Painel, da Folha de S.Paulo, no domingo (3.mai.2026).

“Deixei o ministério colocando meu nome ao debate para disputar uma das vagas ao Senado por São Paulo, por compreender a importância estratégica da reeleição do presidente Lula e da eleição de Fernando Haddad ao governo de São Paulo”, afirmou.

“É um debate tranquilo e maduro, que entende que aportará grande contribuição política e programática em uma das vagas ao Senado na chapa”, acrescentou.

Marina disse ainda que o debate sobre suplência não condiz com o tamanho e a qualidade de sua contribuição nem com a da federação Rede-Psol.

A ex-ministra segue no radar como alternativa, sobretudo pelo apelo entre eleitores mais jovens. Integrantes da campanha de Haddad afirmam que ela ainda pode compor a chapa, mas admitem que sua situação se enfraqueceu depois de um revés interno. O PT tentou atraí-la para o partido, mas sua permanência na Rede foi mal recebida por aliados.


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