O general Augusto Heleno, ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional no governo Jair Bolsonaro, passará a contar com acompanhamento psicológico. A medida foi autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), mediante solicitação da defesa.

Ao analisar o pedido, Moraes destacou que a legislação assegura “o direito à saúde aos presos”, fundamento utilizado para embasar a decisão. Atualmente, Heleno cumpre prisão domiciliar em caráter humanitário, condição estabelecida no fim de 2025.

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A autorização também levou em conta o estado de saúde do general. Perícia realizada por profissionais indicados pelo STF apontou diagnóstico de estágio inicial de demência, incluindo Alzheimer, o que pesou na avaliação do ministro. As informações são da coluna de Ancelmo Gois no jornal O Globo.

O general Augusto Heleno, em foto no período de 2007 e 2009, em que era chefe do Comando Militar da Amazônia | Foto: Reprodução/X

General Heleno foi condenado a 21 anos de prisão

Heleno foi condenado a mais de 21 anos de prisão por participação em uma suposta tentativa de golpe de Estado, no mesmo processo que também resultou na condenação de réus como Bolsonaro e o general Walter Braga Netto.

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Fonte: Revista Oeste · Por Isabela Jordão