O patrimônio do deputado estadual Thiago Rangel (Avante-RJ) cresceu cerca de 34 vezes desde a entrada dele na política, segundo declarações de Imposto de Renda. Em 2019, antes de disputar cargos eletivos, ele informou possuir R$ 92 mil em bens.
No ano seguinte, ao se candidatar à Câmara de Vereadores, declarou R$ 1,1 milhão. Nesse período, adquiriu uma casa de 534 m² em um condomínio em Campos por R$ 300 mil e passou a integrar sociedade em postos de combustíveis avaliada em R$ 600 mil.
Evolução patrimonial ao longo dos mandatos
Durante o primeiro ano como vereador, em 2021, o patrimônio chegou a R$ 2 milhões. Entre os bens declarados estavam um carro de luxo avaliado em R$ 550 mil, dois caminhões-tanque e participação em empresa de agenciamento de mão de obra.
Em 2022, ao disputar vaga na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), ele declarou redução de cerca de R$ 1 milhão no patrimônio. Naquele momento, deixou a sociedade em postos de combustíveis e vendeu caminhões registrados em seu nome. No mesmo período, abriu uma empresa própria no setor, avaliada em R$ 100 mil.
Eleito deputado estadual, Rangel encerrou 2023 com patrimônio superior a R$ 3,1 milhões. No mesmo ano, declarou valorização da empresa, estimada em quase R$ 2 milhões.
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A Polícia Federal (PF) prendeu o parlamentar nesta terça-feira, 5, durante a quarta fase da Operação Unha e Carne. A investigação apura suspeitas de fraudes na compra de materiais e na contratação de serviços pela Secretaria estadual de Educação do Rio de Janeiro. Segundo a PF, o caso envolve possível direcionamento de obras de reforma em escolas públicas no Norte Fluminense.
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Fonte: Revista Oeste · Por Victória Batalha