Nesta quinta-feira, 14, o advogado Hélio Júnior afirmou que a Associação de Proteção e Assistência aos Condenados, em Conselheiro Lafaiete (MG), se recusou a soltar Jaqueline Freitas Gimenez, presa por causa do 8 de janeiro.
“Desprezaram o alvará de soltura expedido e não soltaram Jaqueline hoje”, comunicou Júnior, à coluna, ao mencionar que a mulher tem histórico de câncer maligno, além de cirurgias e exames médicos já anexados ao processo.
De acordo com o advogado, o motivo apresentado é a falta de tornozeleira eletrônica.
Segundo Júnior, Jaqueline permanecerá encarcerada até que o equipamento seja disponibilizado pelo Estado.
A defesa sustenta que a decisão de Moraes autorizava a imediata saída da detenta para cumprimento de prisão domiciliar.
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Decisão sobre mãe presa do 8 de janeiro
No despacho que autoriza a soltura de Jaqueline, Moraes considera parecer da Procuradoria-Geral da República (PGR). A PGR destacou, na manifestação, a vulnerabilidade dos dois filhos de Jaqueline, de 8 e 11 anos.
O mais novo iniciou acompanhamento psiquiátrico, em virtude de transtorno ansioso, depressivo e TDAH, enquanto o pai das crianças trabalha como caminhoneiro e passa longos períodos ausente do lar.
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Fonte: Revista Oeste · Por Cristyan Costa