Irã e Estados Unidos (EUA) discutem um possível acordo para reduzir a tensão no Estreito de Ormuz, uma das principais rotas marítimas do comércio global de petróleo.
Segundo a agência iraniana Tasnim, o memorando de entendimento em negociação prevê que o fluxo de navios autorizados a cruzar a região volte ao patamar anterior ao conflito em até 30 dias.
O texto também estabelece a suspensão completa do bloqueio naval dentro desse período. O entendimento também inclui a liberação de parte dos recursos iranianos congelados no exterior já na primeira fase das negociações.
Washington também suspenderia temporariamente sanções sobre o petróleo iraniano enquanto as conversas diplomáticas seguem em andamento.
Apesar do avanço nas tratativas, Teerã ainda não aceitou medidas relacionadas ao programa nuclear iraniano, informou a Tasnim.
Rubio cita avanço nas conversas com o Irã
O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, afirmou que novas informações sobre a situação envolvendo o Irã podem surgir ainda neste domingo.
Rubio declarou que houve progresso nas últimas 48 horas nas discussões para tentar resolver a crise envolvendo o Estreito de Ormuz e reiterou que o governo norte-americano mantém a posição de que o Irã “nunca poderá ter armas nucleares”.
Além disso, classificou como “totalmente ilegais” os ataques contra embarcações comerciais e civis na região.
Fontes ouvidas pela Reuters afirmaram existir a possibilidade de “boas notícias” nas próximas horas sobre a navegação no estreito.
Ao mesmo tempo, uma fonte sênior iraniana disse à agência que Teerã não concordou em entregar seu estoque de urânio altamente enriquecido e que o programa nuclear não faz parte do acordo preliminar em discussão.
O post Irã e EUA discutem acordo para reduzir restrições no Estreito de Ormuz apareceu primeiro em Revista Oeste.
Este conteúdo é originalmente de Revista Oeste. Para a reportagem completa com todos os detalhes, acesse:
https://revistaoeste.com/mundo/ira-e-eua-discutem-acordo-para-reduzir-restricoes-no-estreito-de-ormuz/
Fonte: Revista Oeste · Por Luana Viana