O líder da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC), Marco Willians Herbas Camacho, conhecido como Marcola, diz desconhecer os investigados da Operação Vérnix, do Ministério Público e da Polícia Civil de São Paulo. Entre eles, está a influenciadora Deolane Bezerra.

A informação é do advogado do criminoso, Bruno Ferullo. O defensor visitou Marcola na tarde de segunda-feira 25, por uma hora, na Penitenciária Federal em Brasília. Na ocasião, ele informou o cliente sobre a investigação contra ele, seus familiares e Deolane. Na unidade de segurança máxima, o preso não tem acesso ao noticiário e cumpre horário regrado de banho de sol.

"Diante das informações apresentadas, Marco manifestou surpresa e indignação, declarando desconhecer os investigados Deolane e Everton, afirmando que seu único vínculo com o caso se restringe ao parentesco com seus sobrinhos Leonardo e Paloma e com seu irmão Alejandro”, disse Ferullo.

A versão da defesa de Marcola

O advogado afirmou que Marcola negou participação nos fatos investigados. O preso também negou a titularidade, direta ou indireta, da transportadora mencionada no caso. Além disso, ele relatou que não possui o apelido de “narigudo”, atribuído a ele pela polícia.

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A investigação afirma que o PCC utilizava uma transportadora em São Paulo para lavar dinheiro do crime organizado. Segundo o inquérito, a empresa fazia repasses mensais para Deolane Bezerra. A polícia baseia as acusações em conversas de celulares e extratos bancários.

https://youtu.be/MdRc3Slih-w?si=vAjY-7JILBouBhRo

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Fonte: Revista Oeste · Por Letícia Alves